1 2 3 4 5

Uvulopalatofaringoplastia

domingo, 19 de julho de 2009
Como vocês podem ler ao lado no "Quem sou eu" não sou médico e o que relato aqui nada mais são do que minhas experiências e opiniões pessoais.

Honestamente sempre fui uma pessoa que dei muito valor ao um bom sono, só para ilustrar, tinha amigo meu que dizia que pra eu dormir só bastava estar acordado. ;-) Não eram raros os dias em que me sentia cansado e de mal humor, porém pensava comigo: Durmo de 7 a 8 hora por dia, portanto durmo tempo suficiente; Não tenho lembrança nenhuma de acordar durante a noite, logo também estou dormindo bem.

Um fato não podia negar: eu roncava, e não era muito baixo não. Falavam que parecia uma moto-serra quando dormia ;-) , mas até aí não me incomodava muito com isso.

Foi só depois de uma conversa com um colega do trabalho que resolvi estudar um pouco mais sobre os distúrbios do sono. Decidi então procurar um Otorrino e pedi a realização de um exame do sono ou polissonografia, que é um exame no qual o paciente dorme monitorado através de eletrodos espalhados pela cabeça, face, tronco e pernas, com intuito de avaliar a qualidade do seu sono e identificar possíveis distúrbios.

Então lá fui eu em um otorrino, fiz o exame e o resultado foi: Apnéia do sono de grau leve e alta intensidade do ronco. Retornei ao médico com o exame e ele me indicou a tal cirurgia: Uvulopalatofaringoplastia. Bom, procurei um segundo especialista e a indicação para cirurgia veio novamente.

Como é a cirurgia?

O procedimento cirúrgico é bem simples e segundo meu médico não dura mais que 1 hora. Está bem descrito abaixo:

"Uvulopalatofaringoplastia: É indicada para abrir a via aérea por trás do palato. Se as amígdalas estão presentes, estas são removidas, e o tecido palatino retumbante é também removido e a incisão é fechada com sutura. O procedimento é realizado sob anestesia geral, com internação hospitalar de um ou dois dias."

Pós cirúrgico

Essa é a pior parte do processo, tive que ficar 12 dias de molho em casa.

Nos dois primeiros dia, não senti muita dor e fiquei a base de sorvete e suco. A partir do terceiro dia a dor começou a incomodar, principalmente na parte da noite. A explicação me dada foi que nesta fase a região operada começa a inchar e fazer pressão contra os pontos.

Comer algo sólido mesmo só lá para o sexto dia, mesmo assim tinha que ser bem devagar.

Com 12 dias já me sentia disposto e voltei a trabalhar, mas pra não sentir mais os efeitos da cirurgia demorou uns 30 dias.

Resultados

Já recebi a informação que o ronco foi praticamente eliminado. Mas o ganho maior é em qualidade de vida, pois hoje acordo com bem mais facilidade e me sinto bem mais disposto durante o dia. Inclusive meu desempenho em atividades físicas também melhorou significativamente.

Conclusão

Se você sente que dorme mal, ou fica frequentemente cansado durante o dia procure um médico. Todo os exames e procedimentos são pagos pelo plano de saúde então se você possui um, não custa nada fazer pelo menos a polissonografia.

Se a indicação for cirurgia, busque uma segunda opinião, pois existem, para casos específicos, alternativas para o problema (veja abaixo).

O ponto negativo mais forte na minha opnião é que às vezes é necessário remover as amígadalas, que são órgãos de defesa do organismo.

Por fim, apesar do pós cirúrgico complicado, faria tudo novamente se fosse necessário porque os resultados valem muito a pena.


Alternativas a cirurgia

Como já comentei anteriormente a necessidade da cirurgia depende de cada caso, e existem várias alternativas para o problema. Segue algumas mais utilizadas. Discuta-as com seu médico:





  • Aparelhos CPAP´s (Pressão Positiva Contínua nas vias Aéreas)
  • Redução de peso

Mountain Bike na Chapada Diamantina

Já estou há algum tempo pesquisando destinos para minhas férias esse ano. O que quero mesmo é sair desses roteiros litorâneos e conhecer uma parte do Brasil que ainda não conheço.

Cheguei a pesquisar na internet informação sobre o Pantanal em MS, mas não me empolguei muito; Pensei também em passar um tempo no Acre para conhecer a floresta amazônica e depois visitar nossos vizinhos Peru e Bolívia, quando me veio a cabeça a Chapada Diamantina na Bahia.




Buscando mais informações simplesmente me apaixonei. São paisagens maravilhosas com contato intenso com a natureza: cachoeiras, grutas e cavernas em cada esquina do lugar. Depois que descobri que existem alguns pacotes turísticos preparados para curtir a chapada pedalando aí casei de vez com a idéia.

Trata-se de um roteiro de 8 dias e 7 noites dando a volta na Chapada em cima de uma Mountain Bike com uma média de 50 km por dia, seja em asfalto, trilhas, single-tracks ou Down Hill. Tudo isto com acompanhamento e suporte de Guias Locais. Veja nos links abaixo:

Oikos Ecoturismo

Terra Chapada Excursões

Com as informações acima e com um mapa da região disponibilizei o que poderia ser percurso:

Só clicar na imagem acima para visualizar em melhor definição. A suposta rota está indicada na linha azul pontilhada, e a sequência, através dos números 1 a 9 no mapa.

Dá pra ver que o trajeto cobre boa parte da área, mas deixa de lado as atrações da Área de Proteção Ambiental Marimbus Iraquara (norte do mapa) como a gruta da Pratinha, Morro do Pai inácio e o Poço do Diabo.

Achei também alguns vídeos no youtube que ilustram bem as paisagens da região:

Vídeo 1 - MTB na Chapada Diamantina



Vídeo 2 - MTB na Chapada Diamantina



Vídeo 3 - MTB na Chapada Diamantina

Cateye HL-350 & TL-LD170-R Review

terça-feira, 14 de julho de 2009
Acabou de chegar via correio minha Lanterna para bike !

É um kit da Cateye chamado "Performance Light" formado por um farol frontal (HL-350) e um tail light vermelha ( TL-LD170-R).


A primeira impressão que tive quando peguei o farol é que
me pareceu frágil, muito leve e quando percebi que se tratava
de luz de bulbo fiquei ainda mais decepcionado.



Realmente, utilizar luz de bulbo hoje em dia com tanto
LED de alta potência no mercado não dá, além de não
iluminar bem, a luz de bulbo consome muito mais. A
autonomia anunciada pelo fabricante é de apenas 17 horas.

Não recomendaria utilizar este farol em áreas escuras para
iluminar o caminho, acredito que seja apenas uma opção
para quem pedala a noite e deseja ficar mais visível para
os motoristas, reduzindo o risco de um possível acidente.
Mesmo assim, o alto consumo torna-se inviável a utilização
pra quem pedala muito.

Veja na foto abaixo o nível de iluminação obtido pelo farol a
uma distância de aproximadamanente 30 cm. Agora imagine
esta lâmpada iluminando a uma distância de um ou dois metros.




Já o tail light me pareceu bem interessante, primeira
pela robustez aparente, depois pela potência dos 3 leds
de iluminação.

Outras característica importantes são o anel de vedação
que evita a entrada de água na parte interna e os dois
modos de funcionamento: sempre ligado e piscando que
aumenta muito a vida útil das pilhas (200 horas)

Pra concluir, recomendo este kit pra quem quer gastar muito pouco
(paguei só R$ 35,00 no ML) e quer se sentir mais seguro pedalando na
cidade a noite.

MTB em Joaquim Egídio - Nokia Sportstracker

segunda-feira, 13 de julho de 2009
Hoje estou recomeçando a postar aqui no Blog!

E essa vai em homenagem a turma do CEAK, e nossa
última pedalada em Joaquim Egídio no feriado do dia 09 de Julho.

Dessa vez pegamos a trilha da Capela, saindo pela estradinha de terra
do lado do posto BR na estrada das cabras.

Registrei nossa trilha e mais algumas fotos com o N95, utilizando o
Nokia Sportstracker. Com ele dá para gravar a rota via GPS e depois
fazer upload para o site junto com todas as fotos e vídeos feitos
durante o trajeto.

O resultado fica mais ou menos assim:
http://sportstracker.nokia.com/nts/workoutdetail/index.do?id=1247018

Massa né? ;-)